Queridíssima, chegou ontem finalmente às minhas mãos (neste meu estado corbierístico e laforguérrimo de tristezura hodierna, quase escrevi "às minhas patas") o seu pacote dos muitos selos, que abri como quem passa pomada na queimadura das cartilagens mui e tão internas que se tornam o
local onde as entranhas confundem-se com a digestão, e venho por meio deste
self-deprecating pombo eletrônico, com dois
thankyous, três
mercis e quatro
dankes, dizer o que se diz, antes de ir a um café, pedir um café, beber o café com olhos nas linhas de signos e caracteres (se de trem, deitar-me-ia) de Garcia sobre Hocquard, oh pacote salva-vidas.
venha pra bahia. aqui tem um mar que tudo cura & "caro casmurro... venha e dormirá aqui na cidade;dou-lhe camarote, dou-lhe chá, dou-lhe cama; só não lhe dou moça." rs.
ResponderExcluirOi, Ricardo. Saudades.
ResponderExcluirSempre passo por aqui, mas não estava deixando recados.
Lendo o seu post, penso que pessoas que nos fazem bem sempre sabem como nos lembrar que somos de algum modo especiais a elas também.
Marília, Ricardo, e Hocquard ( no que li, também graças a Marília), todos gente fina.
Não te conheço pessoalmente, mas pelo pouco que trocamos, de verdade,não gosto de quem te faz mal.
bjs,
Nora
Gilson e Nora,
ResponderExcluirobrigado pelo carinho.
Espero que possamos nos conhecer pessoalmente este ano.
R.