Quatro auto-propostas de meditação para a tarde do meu sábado, congeminadas na banheira após excessos possessos de uma noturníssima sexta-feira no Berlimbo:
§- Ao bom imputador, vazio de o é letra.
§- Os únicos verdadeiramente capazes do discurso diacrônico: Deus e Funes, o memorioso.
§- Nós, os de corpos biodegradáveis e esquecimentos à ponta da língua, os condenados aos nós da sincronia: a seleção artificial na arena dos gladiadores, na teia da aranha que embalsama a ração para sua futura geração.
§- Cânone, meu querido inutilíssimo, improfícuo e baldado, quem dera fosses o trigo do joio, quando suspeito em tutano que indicas em teus índices apenas política e pedagogia: cartilha para castelos de cartas, costelas de castas.
Agora, ao café!
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