Há rumores de que a cidade toda pode descolar-se da Terra e ser catapultada para o espaço no caso de um asteróide em nosso caminho.
Hoje, às 18:00 - hora local - leio meus poemas nesta que me parece uma colônia humana pós-apocalíptica na Lua ou em Marte.
Escrevo mais sobre esta experiência surreal quando voltar ao Berlimbo e terminar a maratona.
Por enquanto, na companhia interessantíssima de Tomaž Šalamun (Eslovênia), Matthew Sweeney (Irlanda), Rebecca Horn (Alemanha), Ilma Rakusa (Suíça), Breyten Breytenbach (África do Sul) e Wole Soyinka (Nigéria), alem de jovens como o esloveno Ales Šteger e a italiana Elisa Biagini.
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