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sábado, 1 de março de 2014

Daniel Johnston - "Don´t Play Cards with Satan"



                           Don´t play cards with Satan
                                Daniel Johnston


Don't play cards with Satan
He'll deal you an awful hand
Don't play cards with Satan
He'll deal you an awful hand
(please believe me)
Did I ever stop and tell you
I am a desperate man
I thought I saw a bluebird
Sitting on a post
I thought I saw a bluebird
Sitting on a post
Shiver down my spine
I thought it was the Holy Ghost
I heard the word before
And I knew that it was good
I heard the word before
And I knew that it was good
Somebody oughta do
Like the good book should
I heard the voice of SATAN
Crying in the woods
I heard the voice of SATAN
Crying in the woods
I saw my own heart
Laying black with blood
Don't play cards with Satan
He'll deal you an awful hand
Don't play cards with Satan
He'll deal you an awful hand
(please believe me)
Did I ever stop and tell you
I am a desperate man
A desperate man
Take it
SATAN!  SATAN!  SATAN!


quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

The Devil and Daniel Johnston



Pode ser tentador para um poeta, artista, músico entregar-se ao glamour da loucura, do sofrimento, cortejar o destino do outsider, do esquisito, flertar com o suicídio, querer a companhia trágica dos trágicos, fazer-se diva of a dive into darkness, dirigindo o monociclo à beira do abyssmus, sonhar com a lenda do momento após a queda. Mas a tristeza do país baixo do vale ao nível do Mar Morto não tem discotecas, nem sequer se assemelha a uma pista de dança vazia. Transtorno de sinais e sintomas. Martin Kippenberger, um dos meus artistas alemães favoritos, disse com clareza: "Não posso cortar-me uma das orelhas todos os dias", e eu escrevi em outro lugar: "ainda que vangoghs / até que engasgues."



Assisti ontem ao documentário "The Devil and Daniel Johnston", sobre o singer-songwriter/poeta lírico americano, nascido em 1961, que produziu uma obra genial enquanto era jogado de manicômio em manicômio, de cela em cela de prisão. Diante de sua história, não se pode glamourizar o destino da genialidade em loucura, apenas compadecer-se de sua queda no abismo. Ainda que a lenda tenha vindo quando seu corpo espatifou-se no chão.






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Escute alguns poemas líricos de Daniel Johnston AAQQUUII

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(Van Gogh)


(Daniel Johnston)

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