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terça-feira, 20 de setembro de 2016

Vídeo para "Keep", do trovador austríaco Oskar May



Oskar May - "Keep" - from The Lane (Gully Havoc, 2016).
Mais informacões na postagem dedicada a seu trabalho
na Modo de Usar & Co.

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terça-feira, 6 de setembro de 2016

Novo lançamento da Gully Havoc: o trovador vienense Oskar May

Gully Havoc é a plataforma fundada por Ellison Glenn e por mim em berlim para lançar música e literatura. Já foram lançados um álbum do próprio Black Cracker e o EP de estreia de Crooked Waves (o produtor alemão Nelson Bell). Em literatura, organizei uma antologia de escritores internacionais vivendo em Berlim, com autores como John Holten, Cia Rinne, Shane Anderson, Annika Henderson e as brasileiras Érica Zíngano e Adelaide Ivánova, entre outros.

Oskar May 
(foto de Anna Sophie Berger)


Nosso próximo lançamento será o EP de estreia do produtor e performer austríaco Oskar May (n. 1991), intitulado The Lane (Gully Havoc, 2016). A faixa que dá título ao EP já está disponível e pode ser ouvida abaixo.




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quarta-feira, 6 de maio de 2015

Vídeo da performance de Oskar May em Berlim



Vídeo da performance do poeta sonoro Oskar May (n. 1991) em Berlim, no evento "READING: a night of text / sound / video", série organizada por Black Cracker e por mim aqui na capital alemã. Oskar May nasceu em Viena, Áustria, em 1991. Outras peças sonoras aqui.


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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Jovens poetas europeus: Oskar May


Oskar May é um poeta sonoro austríaco, nascido em Viena em 1991. Colaborou em suas paisagens e poemas sonoros com Gianna Virginia e, no momento, colabora com Anna de Marco em um projeto ainda sem nome, em preparo. Oskar May vive e trabalha em  sua cidade natal.

Ao contrário da Alemanha, onde a poesia contemporânea é bastante fincada no suporte do livro como forma privilegiada de publicação (e, consequentemente, produção), há na Áustria uma forte tradição de poesia experimental / sonora no pós-guerra, que vem desde o Grupo de Viena.

Nesta série, já comentei e apresentei aqui o trabalho de outro austríaco, Max Oravin (n. 1984).

Tenho bastante apreço por seu trabalho sonoro e de colagem de vozes em "Diskursmaschinengewehr", além do trabalho propriamente lírico de um poema como "The Lane" e do escancaradamente nonsense em "mhm".

No Brasil e neste caminho, podemos pensar no trabalho de Victor Heringer, Reuben da Cunha Rocha e Orlando Scarpa Neto, entre outros. Acredito que haja aqui estratégias interessantes para outros poetas brasileiros contemporâneos.


POEMAS DE OSKAR MAY


Oskar May - "The Lane"

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  Oskar May - "Diskursmaschinengewehr"

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Oskar May - "mhm"

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