Descobri esta semana o trabalho do cineasta inglês Peter Watkins (n. 1935) e estou estupefato. Seus longas e curtas em estilo docudrama são simplesmente geniais. Assisti ontem à noite o longa Punishment Park (1970), que imagina um governo totalitário nos Estados Unidos de Nixon, e o curta The Forgotten Faces (1960), este último sobre a Revolução Húngara de 1956. Seu trabalho transformou-o em dissidente político na Inglaterra e o diretor vive há anos em exílio "voluntário", na Suécia, Canadá e, hoje em dia, França. Vou caçar esta semana o longa-metragem La Commune (de Paris, 1871) (2000), que tem (!) mais de 5 horas de duração. terça-feira, 18 de novembro de 2008
Peter Watkins, cineasta & provocateur
Descobri esta semana o trabalho do cineasta inglês Peter Watkins (n. 1935) e estou estupefato. Seus longas e curtas em estilo docudrama são simplesmente geniais. Assisti ontem à noite o longa Punishment Park (1970), que imagina um governo totalitário nos Estados Unidos de Nixon, e o curta The Forgotten Faces (1960), este último sobre a Revolução Húngara de 1956. Seu trabalho transformou-o em dissidente político na Inglaterra e o diretor vive há anos em exílio "voluntário", na Suécia, Canadá e, hoje em dia, França. Vou caçar esta semana o longa-metragem La Commune (de Paris, 1871) (2000), que tem (!) mais de 5 horas de duração.
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segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Alemão!
Houve aquele rapaz brasileiro que disse que só se pode "filosofar" em alemão. Eu, pessoalmente, acredito que o alemão funciona muito melhor para o Punk do que para a Filosofia. Mas é tudo questão de gosto, de sabor, de flavour, será?
Hein? Dizia minha mãe: "o que seria do amarelo se todos gostassem do azul?" e eu dizia por dentro, "que se tinja! ou invada o azul e invente o verde! abaixo o status quo!"
Bom, meu amigo Florian Puehs concorda comigo. Preferiu usar sua língua para o punk do que para a filosofia. Foi vocalista da banda Surf Nazis Must Die e hoje é vocalista da banda Herpes. Filmei os vídeos abaixo em dois de seus concertos. O primeiro foi o último show deles em Berlim, no clube Lokal, o segundo vídeo foi a performance deles no nosso "own private Cabaret Voltaire" batizado de "berlin hilton":
(Florian Puehs e Herpes @ Lokal, Berlin - outubro de 2008)
(Florian Puehs e Herpes @ berlin hilton, Berlin - fevereiro de 2008)
(Florian Puehs e Surf Nazis Must Die, em Bremen - 2003)



Hein? Dizia minha mãe: "o que seria do amarelo se todos gostassem do azul?" e eu dizia por dentro, "que se tinja! ou invada o azul e invente o verde! abaixo o status quo!"
Bom, meu amigo Florian Puehs concorda comigo. Preferiu usar sua língua para o punk do que para a filosofia. Foi vocalista da banda Surf Nazis Must Die e hoje é vocalista da banda Herpes. Filmei os vídeos abaixo em dois de seus concertos. O primeiro foi o último show deles em Berlim, no clube Lokal, o segundo vídeo foi a performance deles no nosso "own private Cabaret Voltaire" batizado de "berlin hilton":
(Florian Puehs e Herpes @ Lokal, Berlin - outubro de 2008)
(Florian Puehs e Herpes @ berlin hilton, Berlin - fevereiro de 2008)
(Florian Puehs e Surf Nazis Must Die, em Bremen - 2003)



Tradução para Jerome Rothenberg
A Noiva Mecânica
já não é mais mecânica, hoje
não nem amanhã
alicerçam-na sob o túnel
que leva seu nome
triste noiva
teus rebordos minúsculos incham & caem
o homem que compra teu conversível
guincha-te até o baile
mecânica e brilhosa
como um cérebro maquinal
o papa do DADA galga-te
chupa teus tubos
mais tarde há-de bombear seus arrebites nas
tuas almofadas de látex
(tradução de Ricardo Domeneck)
§
The Mechanical Bride
no longer is mechanical, today
not nor tomorrow
they prop her under the tunnel
that bears her name
sad bride
thy tiny flanges swell & fall
the man who buys thy roadster
hauls thee to the dance
mechanical & beaming
like a brain machine
the pope of DADA mounts thee
sucks thy pipes
later will pop his rivets on
thy rubber cushions
Jerome Rotherberg nasceu na cidade de Nova Iorque, em 1931. Ainda que seja contemporâneo dos poetas do grupo que ficou conhecido como Escola de Nova Iorque (Frank O´Hara, John Ashbery, James Schuyler, Barbara Guest e Kenneth Koch, entre outros da primeira geração), Rothenberg manteve-se independente mesmo das poéticas mais conhecidas do pós-guerra, entre os chamados "New Americans", devido à antologia organizada por Donald Allen em 1960, intitulada New American Poetry. O poeta estréia neste mesmo ano de 1960, com a coletânea White Sun Black Sun. No fim da década de 60, Jerome Rothenberg torna-se um dos principais teóricos e criadores do que ele viria a chamar de "ethnopoetics", centrada neste momento na antologia Technicians of the Sacred (1968). Unido ao poeta-performer David Antin, passa a editar também a revista some/thing, publicando vários poetas norte-americanos que retomam as estratégias da primeiras vanguardas, contextualizando-as ao novo momento político.
Uma das características interessantes da antologia Technicians of the Sacred foi a tentativa de Rothenberg de borrar, na verdade, as fronteiras que separavam as poéticas ocidentais modernas das poéticas mundiais "arcaicas" (uso a expressão nos termos de Mircea Eliade, e não com os preconceitos euro-etnocêntricos), ligando em arco poetas de culturas não-ocidentais a certas vanguardas européias, vendo, por exemplo, em DADA mais que niilismo destrutivo e anti-tradição, mas (como tenho defendido) o retorno a características dormentes do trabalho poético, que se torna muito mais que mera franquia da literatura.
(Jerome Rothenberg, "London Onion", 1985)
DADA se tornaria uma espécie de "musa" para Rothenberg, nas palavras da poeta Diane Wakoski, poeta ligada também ao grupo da "Deep Image", com Rothenberg, Robert Kelly e Clayton Eshleman.
Este retorno às estratégias do grupo do Cabaret Voltaire liga poetas como Jerome Rothenberg, David Antin e Clayton Eshleman aos poetas do Grupo de Viena, como H.C. Artmann e Gerhard Rühm, ou a poetas franceses como Henri Chopin e Bernard Heidsieck.
Em 1981, Rothenberg publica a coletânea That DADA Strain, em que sua musa dadaísta ganha voz e signo. No prefácio ao volume, ele escreve: "Ninguém, é claro, realmente é DADA hoje, mas a resistência (enquanto esta continua) pode tomar o suficiente de um olhar para o passado e considerar os que nos precederam. Vista desta forma, sua liderança seria através da linguagem - seu colapso e reconstrução - que os levou a inventar novas linguagens..."
Abaixo, uma das "Horse Songs" em performance de Rothenberg.
(Jerome Rothenberg, "Horse Songs 1")
já não é mais mecânica, hoje
não nem amanhã
alicerçam-na sob o túnel
que leva seu nome
triste noiva
teus rebordos minúsculos incham & caem
o homem que compra teu conversível
guincha-te até o baile
mecânica e brilhosa
como um cérebro maquinal
o papa do DADA galga-te
chupa teus tubos
mais tarde há-de bombear seus arrebites nas
tuas almofadas de látex
(tradução de Ricardo Domeneck)
§
The Mechanical Bride
no longer is mechanical, today
not nor tomorrow
they prop her under the tunnel
that bears her name
sad bride
thy tiny flanges swell & fall
the man who buys thy roadster
hauls thee to the dance
mechanical & beaming
like a brain machine
the pope of DADA mounts thee
sucks thy pipes
later will pop his rivets on
thy rubber cushions
Jerome Rotherberg nasceu na cidade de Nova Iorque, em 1931. Ainda que seja contemporâneo dos poetas do grupo que ficou conhecido como Escola de Nova Iorque (Frank O´Hara, John Ashbery, James Schuyler, Barbara Guest e Kenneth Koch, entre outros da primeira geração), Rothenberg manteve-se independente mesmo das poéticas mais conhecidas do pós-guerra, entre os chamados "New Americans", devido à antologia organizada por Donald Allen em 1960, intitulada New American Poetry. O poeta estréia neste mesmo ano de 1960, com a coletânea White Sun Black Sun. No fim da década de 60, Jerome Rothenberg torna-se um dos principais teóricos e criadores do que ele viria a chamar de "ethnopoetics", centrada neste momento na antologia Technicians of the Sacred (1968). Unido ao poeta-performer David Antin, passa a editar também a revista some/thing, publicando vários poetas norte-americanos que retomam as estratégias da primeiras vanguardas, contextualizando-as ao novo momento político. Uma das características interessantes da antologia Technicians of the Sacred foi a tentativa de Rothenberg de borrar, na verdade, as fronteiras que separavam as poéticas ocidentais modernas das poéticas mundiais "arcaicas" (uso a expressão nos termos de Mircea Eliade, e não com os preconceitos euro-etnocêntricos), ligando em arco poetas de culturas não-ocidentais a certas vanguardas européias, vendo, por exemplo, em DADA mais que niilismo destrutivo e anti-tradição, mas (como tenho defendido) o retorno a características dormentes do trabalho poético, que se torna muito mais que mera franquia da literatura.
(Jerome Rothenberg, "London Onion", 1985)
DADA se tornaria uma espécie de "musa" para Rothenberg, nas palavras da poeta Diane Wakoski, poeta ligada também ao grupo da "Deep Image", com Rothenberg, Robert Kelly e Clayton Eshleman.
Este retorno às estratégias do grupo do Cabaret Voltaire liga poetas como Jerome Rothenberg, David Antin e Clayton Eshleman aos poetas do Grupo de Viena, como H.C. Artmann e Gerhard Rühm, ou a poetas franceses como Henri Chopin e Bernard Heidsieck.
Em 1981, Rothenberg publica a coletânea That DADA Strain, em que sua musa dadaísta ganha voz e signo. No prefácio ao volume, ele escreve: "Ninguém, é claro, realmente é DADA hoje, mas a resistência (enquanto esta continua) pode tomar o suficiente de um olhar para o passado e considerar os que nos precederam. Vista desta forma, sua liderança seria através da linguagem - seu colapso e reconstrução - que os levou a inventar novas linguagens..."Abaixo, uma das "Horse Songs" em performance de Rothenberg.
(Jerome Rothenberg, "Horse Songs 1")
sábado, 15 de novembro de 2008
Café-da-manhã de um sábado
Após a típica noite de excessos de uma sexta-feira qualquer, café-da-manhã sob cobertores, lendo um ensaio de Susan Sontag sobre os filmes de Robert Bresson, bebendo café e terminando a manhã com Shurayukihime ou Lady Snowblood (1973), de Toshiya Fujita:
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
O futuro é urgente
Nesta quarta-feira, na "berlin hilton", o evento semanal que co-dirijo aqui em Berlim no clube Neue Berliner Initiative (our own private Cabaret Voltaire), nós tivemos um gosto de hoje é agora. Lá estávamos, na capital alemã, de madrugada, enquanto nossa atração principal da noite estava em Tóquio, capital japonesa, transmitindo sua performance ao vivo via Skype, com o sol brilhando. Foi nosso primeiro concerto intercontinental. Infelizmente não há registro, mas mostro aqui o concerto que Puma Mimi fez, via Skype, entre Tóquio e Nova Iorque:
Tim & Skype Mimi Live @ Santos NYC from tim alstublieft on Vimeo.
Poetas, vamos usar?
Tim & Skype Mimi Live @ Santos NYC from tim alstublieft on Vimeo.
Poetas, vamos usar?
Amigos em revistas: Brett Lloyd - Dazed and Confused (UK)
BRETT LLOYD fotografa Josh Beech e Ash Stymest para a Dazed and Confused.


(Brett Lloyd, "Josh Beech and Ash Stymest for Dazed and Confused", styling by Nichola Formichetti, 2008)§
No meu próximo livro, chamado Sons: Arranjo: Garganta, a sair pela coleção de poesia contemporânea Ás de Colete da Cosac Naify em breve, o retrato da capa foi feito também por Brett Lloyd.
Amigos em revistas: Freitas @ Nioques (França)
Com tradução de Nathalie Quintane, poemas de nossa camarada em armas Angélica Freitas na terra de Gertrude Stein, ora, sim, na França, no quarto número da revista Nioques.

Enquanto isso, em Portugal, a antologia "A Poesia Andando: Treze Poetas no Brasil" vai dando seus primeiros passos pelas ruas de Lisboa, carregando poemas de Marília Garcia, Angélica Freitas, Fabiano Calixto (camaradas am armas!) e meus, além doutros. Ora, pois.
Abaixo, dois inéditos de Dona Freitas, publicados na revista espanhola Poesía Digital:
alguém quer saber o que é metonímia
abre uma página da wikipédia
se depara com um trecho de borges
em que a proa representa o navio
a parte pelo todo se chama sinédoque
a parte pelo todo em minha vida
este pedaço de tapeçaria
é representativo? não é representativo?
eu não queria saber o que era
metonímia, entrei na página errada
eu queria saber como se chegava
perguntei a um guarda
não queria fazer uma leitura
equivocada
mas leituras de poesia
são equivocadas
queria escrever um poema
bem contemporâneo
sem ter que trocar fluidos
com o contemporâneo
como Roland Barthes na cama
só com os clássicos
§
ítaca
se quiser empreender viagem a ítaca
ligue antes
porque parece que tudo em ítaca
está lotado
os bares os restaurantes
os hotéis baratos
os hotéis caros
ja não se pode viajar sem reservas
ao mar jônico
e mesmo a viagem
de dez horas parece dez anos
stop-overs no egito?
nem pensar
e os free-shops estão cheios
de cheiros que se podem comprar
com cartão de crédito.
toda a vida você quis
visitar a grécia
era um sonho de infância
concebido na adultez
itália, frança: adultério
(coisa de adultos?
não escuto resposta).
bem, se quiser vá a ítaca
peça que um primo
lhe empreste euros e vá a ítaca
é mais barato ir à ilha de comandatuba
mas dizem que o azul do mar
não é igual.
aproveite para mandar e-mails
dos cybercafés locais
quem manda postais?
mande fotos digitais.
torre no sol
leve hipoglós
em ítaca comprenderá
para que serve
a hipoglós.

Enquanto isso, em Portugal, a antologia "A Poesia Andando: Treze Poetas no Brasil" vai dando seus primeiros passos pelas ruas de Lisboa, carregando poemas de Marília Garcia, Angélica Freitas, Fabiano Calixto (camaradas am armas!) e meus, além doutros. Ora, pois.
Abaixo, dois inéditos de Dona Freitas, publicados na revista espanhola Poesía Digital:
alguém quer saber o que é metonímia
abre uma página da wikipédia
se depara com um trecho de borges
em que a proa representa o navio
a parte pelo todo se chama sinédoque
a parte pelo todo em minha vida
este pedaço de tapeçaria
é representativo? não é representativo?
eu não queria saber o que era
metonímia, entrei na página errada
eu queria saber como se chegava
perguntei a um guarda
não queria fazer uma leitura
equivocada
mas leituras de poesia
são equivocadas
queria escrever um poema
bem contemporâneo
sem ter que trocar fluidos
com o contemporâneo
como Roland Barthes na cama
só com os clássicos
§
ítaca
se quiser empreender viagem a ítaca
ligue antes
porque parece que tudo em ítaca
está lotado
os bares os restaurantes
os hotéis baratos
os hotéis caros
ja não se pode viajar sem reservas
ao mar jônico
e mesmo a viagem
de dez horas parece dez anos
stop-overs no egito?
nem pensar
e os free-shops estão cheios
de cheiros que se podem comprar
com cartão de crédito.
toda a vida você quis
visitar a grécia
era um sonho de infância
concebido na adultez
itália, frança: adultério
(coisa de adultos?
não escuto resposta).
bem, se quiser vá a ítaca
peça que um primo
lhe empreste euros e vá a ítaca
é mais barato ir à ilha de comandatuba
mas dizem que o azul do mar
não é igual.
aproveite para mandar e-mails
dos cybercafés locais
quem manda postais?
mande fotos digitais.
torre no sol
leve hipoglós
em ítaca comprenderá
para que serve
a hipoglós.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
se Perséfone / em alfândegas / da quarentena
se cansar do turismo
entre hemisférios
do sim do não
decidir que tudo
mais
vá para o inverno
a maré de azares
entre cafuné e açoite
há sim
de pisotear
em pessoa o camelo
que me ultrapassa
pela direita insciente
dos semáforos
a cada centímetro
de epiderme couro
escama para tua própria
segurança senhor
feitor ausente
à palestra
em que provo
por A
+ Z
que "até tu
Brutus" não
é o mesmo
que "o capitão
afunda
com o barco"
só resta senhor
credor
equacionar com brio
XY + XY = 0
à esquerda
na madeira
que se rebela
contra o fogo
queimando
The End
o prefácio
dos créditos
(in order of appearance)
do senhor diretor
que não
coadjuva
entre hemisférios
do sim do não
decidir que tudo
mais
vá para o inverno
a maré de azares
entre cafuné e açoite
há sim
de pisotear
em pessoa o camelo
que me ultrapassa
pela direita insciente
dos semáforos
a cada centímetro
de epiderme couro
escama para tua própria
segurança senhor
feitor ausente
à palestra
em que provo
por A
+ Z
que "até tu
Brutus" não
é o mesmo
que "o capitão
afunda
com o barco"
só resta senhor
credor
equacionar com brio
XY + XY = 0
à esquerda
na madeira
que se rebela
contra o fogo
queimando
The End
o prefácio
dos créditos
(in order of appearance)
do senhor diretor
que não
coadjuva
Que o vácuo remanescente seja raivoso como Polly Jean Harvey
mas mesmo a inglesa cansa-se, caminha de um deserto em Dry (1992) a um deserto em White Chalk (2007) e onde a fúria por qualquer forma de satisfaction, na vingança do pus em separar do ar pele ferida e pele intacta, apouca-se, serve morna quem cansou de assoprar queimadura em grau e prato da revengíssima,
the art of
fucking losing
isn´t hard
to master,
Master,
comece com os grunhidos em ameaça de "make you lick my injuries" e termine com sussurros aos favores da "dear darkness cover me again", yes! ja! oui! o caminho da maturidade, sim?, retirar das perdas a lição, é isso?, hein Master?, A Educação pela Perda, hein?, aproximo-me com exclamativos e me abordas com quatro perdas nas mãos? fiz meu dever de casa, Master oh Master, contei com os dedos nos cálculos e nos rins,
subtração decréscimo contagem regressiva deflação
dos males o menor,
menos valem os pássaros voando
que aquele que defeca em minha mão,
sei, ouvi, aprendi, cresci sem estilingue sem bacamarte sem artilharia anti-aérea, demonstrarei meus bons modos ao kamikaze e toda a minha hospitalidade oferecendo-lhe a outra a melhor face.
the art of
fucking losing
isn´t hard
to master,
Master,
comece com os grunhidos em ameaça de "make you lick my injuries" e termine com sussurros aos favores da "dear darkness cover me again", yes! ja! oui! o caminho da maturidade, sim?, retirar das perdas a lição, é isso?, hein Master?, A Educação pela Perda, hein?, aproximo-me com exclamativos e me abordas com quatro perdas nas mãos? fiz meu dever de casa, Master oh Master, contei com os dedos nos cálculos e nos rins,
subtração decréscimo contagem regressiva deflação
dos males o menor,
menos valem os pássaros voando
que aquele que defeca em minha mão,
sei, ouvi, aprendi, cresci sem estilingue sem bacamarte sem artilharia anti-aérea, demonstrarei meus bons modos ao kamikaze e toda a minha hospitalidade oferecendo-lhe a outra a melhor face.
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